Monitoramento moderno de subestações instalado na usina hidrelétrica Itaipu Binacional
Customer Story | 2 min read
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A Hitachi Energy forneceu um sistema abrangente para o monitoramento de chaves, disjuntores e transformadores de subestações para a usina hidrelétrica Itaipu Binacional, a segunda maior usina hidrelétrica do mundo. A usina está localizada na América do Sul, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai, e é de suma importância para o abastecimento de energia elétrica de ambos os países.
Para o monitoramento das subestações, a Itaipu necessitava de um sistema abrangente que fosse capaz de lidar com diferentes protocolos. Como requisito fundamental, a comunicação entre o campo e o centro de controle deveria ser feita por meio do protocolo padrão IEC 61850. Além disso, era necessária uma interface homem-máquina (IHM) integrada para diagnóstico e prognóstico. Além de um preço competitivo para o sistema completo, todas as soluções deveriam ser totalmente certificadas.
Como solução, a Hitachi Energy forneceu um sistema integrado de monitoramento para disjuntores, seccionadores e transformadores de potência. O escopo incluiu 126 unidades do compacto e flexível 560CIG10 da linha de produtos RTU540, dispositivos PLC com alta velocidade de processamento de dados e, como sistema de supervisão com IHM, o MicroSCADA pro.
O cliente apreciou a solução da Hitachi Energy, pois todas as especificações foram atendidas. Além disso, a compactação do RTU540 permitiu a instalação em cada seção de campo, juntamente com chaves, disjuntores e transformadores. Além do preço acessível, o RTU 560CIG10 atendeu a todos os requisitos para a aplicação como servidor IEC 61850, destacando sua interoperabilidade com dispositivos de terceiros. Neste projeto, essa função avançada de conversão de protocolo refere-se às normas IEC 61850, IEC 60870-5-104, Modbus e DNP3.0.
A usina hidrelétrica de Itaipu, localizada no rio Paraná, possui capacidade instalada de 14.000 MW. O reservatório tem um volume de até 29 bilhões de m³ e uma superfície de 1.350 km², mais que o dobro do tamanho do Lago de Constança, na Europa. A produção da usina hidrelétrica supre 17% da demanda de eletricidade do Brasil e 72% da do Paraguai. Como o Paraguai não consome toda a energia elétrica gerada, exporta parte dela para o Brasil e oferece energia gratuita a investidores estrangeiros. Em 2012, todo o complexo de Itaipu produziu energia suficiente para suprir todas as necessidades energéticas do Paraguai por nove anos, ou para abastecer o planeta inteiro por dois dias.